sexta-feira, 7 de maio de 2010

Home...


A pensar que daqui a duas horas começo a (longa) viagem para casa. O fim-de-semana (passa-se a correr!)ganha outro significado perto da família e dos amigos. Até a viagem torna-se curta. Adoro a sensação de viajar até casa. Só me lembro da frase do E.T.: "E.T., phone home".

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Hoje é daqueles dias em que me pergunto o que mais irá acontecer. Adormeci e cheguei atrasada à oficina para fazer a revisão do meu popó, previamente agendada. Meia hora de atraso, só. Duas horas e meia de espera que aproveitei para consultar o meu saldo bancário. Assim que vi o montante quase tive uma síncope. De tal forma grave que me esqueci do cartão de multibanco na máquina. Valeu a honestidade e carácter (cada vez mais raros) de alguém que o entregou no banco. Como se não bastasse, deixei couro e cabelo no balcão da oficina. Haja coragem...

terça-feira, 4 de maio de 2010

Palavras (didácticas)

Ontem levei para os meus alunos "maiores" este fado que apesar de não ser original da Mariza, encaixa muito bem na sua voz. Gosto acima de tudo das palavras. Simples mas preciosas. E claro, passa a fazer parte da banda sonora deste blog.

Chuva

Mariza


"As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade"

Post Scriptum: Aconselho vivamente a ouvir a música. Não aconselhável a pessoas sensíveis.

segunda-feira, 3 de maio de 2010


Desculpem os mais gulosos mas encontro-me, de momento, a devorar essa maravilha da imagem (Quase igual!). Isto de trabalhar o dia todo tem as suas necessidades também. É um pequeno incentivo para o resto das aulas que tenho de preparar ainda hoje...mas é só hoje, ok?

E agora pergunto


Mas uma pessoa mal chega de fim de semana, fresca e descontraída, tem que passar o dia inteirinho a trabalhar feita maluca? E o dia ainda nem acabou. Não há quem aguente...

De volta


A segunda-feira. Ao trabalho. À rotina. Ao Alentejo. Aos ataques de preguiça. Ao peso na consciência pelo trabalho acumulado. À vontade louca de ir à praia ( e não poder).

domingo, 2 de maio de 2010

Sempre, Mãe

Porque o abraço apertado terá de esperar uma semana...aqui ficam algumas palavras que lhe direi.

"(...) Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento. (...)

Carlos Drummond de Andrade