NEM GOSTO DE CANJA DE GALINHA MAS ADMITO QUE FAÇA BEM À ALMA. E NESTA FASE DA MINHA VIDA APETECE-ME ESCREVER SOBRE A MINHA VIDA E SOBRE A VIDA DOS OUTROS. AFINAL, FAZ BEM À ALMA. DIZEM, PRONTO.
domingo, 30 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Nem mais!
domingo, 16 de maio de 2010
A música das próximas horas...
ADELE - Make You Feel My Love
and the whole world is on your case,
I could offer you a warm embrace
to make you feel my love.
When the evening shadows and the stars appear,
and there is no one there to dry your tears,
I could hold you for a million years
to make you feel my love.
I know you haven't made your mind up yet,
but I would never do you wrong.
I've known it from the moment that we met,
no doubt in my mind where you belong.
I'd go hungry; I'd go black and blue,
I'd go crawling down the avenue.
No, there's nothing that I wouldn't do
to make you feel my love.
The storms are raging on the rolling sea
and on the highway of regret.
Though winds of change are throwing wild and free,
you ain't seen nothing like me yet.
I could make you happy, make your dreams come true.
Nothing that I wouldn't do.
Go to the ends of the Earth for you,
to make you feel my love
(Alguma) frustração
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Adivinha-se
terça-feira, 11 de maio de 2010
Resquícios
domingo, 9 de maio de 2010
Marca(s)
Quase, quase...

sábado, 8 de maio de 2010
Ideia (económica)

As minhas Viagens

sexta-feira, 7 de maio de 2010
Home...
quinta-feira, 6 de maio de 2010

Hoje é daqueles dias em que me pergunto o que mais irá acontecer. Adormeci e cheguei atrasada à oficina para fazer a revisão do meu popó, previamente agendada. Meia hora de atraso, só. Duas horas e meia de espera que aproveitei para consultar o meu saldo bancário. Assim que vi o montante quase tive uma síncope. De tal forma grave que me esqueci do cartão de multibanco na máquina. Valeu a honestidade e carácter (cada vez mais raros) de alguém que o entregou no banco. Como se não bastasse, deixei couro e cabelo no balcão da oficina. Haja coragem...
terça-feira, 4 de maio de 2010
Palavras (didácticas)
Chuva
Mariza
"As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade"
Post Scriptum: Aconselho vivamente a ouvir a música. Não aconselhável a pessoas sensíveis.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
E agora pergunto
De volta
domingo, 2 de maio de 2010
Sempre, Mãe
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento. (...)